Um pouco da minha historia

No dia vinte e nove de setembro de 1993, exatamente ás dezoito horas e vinte e cinco minutos no serviço Ibirapuera de Medicina nascia Bruna Pereira de Carvalho(Imagem Abaixo), primeira Filha de Zenilza e José (Que naquele tempo ainda eram um casal). 

Totalmente calma e sossegada, Bruna veio ao mundo sem todo aquele choro comum em recém-nascidos, isso a resultou uma bela palmada, a primeira de outras que viriam com o passar do tempo (Meus pais não concordam com esse trecho, para todos os efeitos eles nunca me deram nenhuma palmada/ cintada/ Chinelada enfim nenhum corretivo e por isso que sou rebelde e mal educada né mãe?).









(Não precisa ser um gênio para constatar que eu não era a criança mais bonita naquela maternidade mas, posso lhe garantir que minha mãe me amava mesmo assim hahahaha)





Com o passar do tempo a minha aparência foi evoluindo, então me transformei numa bebe apresentável
Quando fiz dez meses mamãe deu a noticia que estava gravida, meu irmão Ericleidson estava se preparando para entrar nesta louca família... Ninguém esperava esta noticia afinal minha mãe tinha uns 32 anos e nenhuma expectativa de gravidez ( na época havia terminado o tratamento que havia feito pra engravidar de mim) mas, meu irmão já estava bem ali roubando toda a minha atenção (Chora); Meu irmão nasceu quando eu estava prestes a completar meus dois anos de idade, isto me causou um certo ciume que logo em seguida me fez  tortura-lo ou esconde-lo quando nenhum adulto nos supervisionava ( hoje isto me rende muitos machucados , ele ainda esta se vingando de todas minhas maldades).



Com o passar do tempo minha mãe notou meu exibicionismo, minha vontade incessante de aparecer nas fotos, de certa forma eu consegui chamar a atenção dela.


Aos meus 6 anos ela passou a me levar para agências de modelo, varias agências, isso se tornou rotina...  Ela ficava horas me disciplinando, me ajudando a andar em linha reta (porque eu andava feito um patinho, com os pezinhos tortos hahaha), colocávamos livros na cabeça e fazíamos uma linha  reta no quintal; Levou um bom tempo até eu aprender.

Fiz algumas fotos e testes na agência.



Minha mãe gastou muito com tudo isso e de certa forma esperava um retorno porém quando as coisas pareciam se encaminhar no rumo certo eu simplesmente desisti, cansei da rotina, cansei dos flashes( Minha mãe ainda não se conforma)



Aos sete anos a Bruna desinibida havia evaporado e dado lugar a toda a timidez que hoje em dia ainda possuo, foi aos sete anos também que arrumei meu primeiro namoradinho de infância( Vinicius). 



Esse namoro se tornou um casamento que durou menos de um dia.

Foi nesta idade também que comecei a entender que crianças também são mal's, enfrentava dificuldades em me relacionar na escola e enfrentava problemas em casa, meus pais estavam sempre em pé de guerra e todo o clima tenso não ajudaram em nada no meu crescimento. Aos poucos toda a carga familiar estava posta nas minhas costas, eu havia aprendido a tomar as dores de todos em casa e de repente passei a ser a conciliadora, tentava manter os ânimos calmos, presenciei muita coisa, o alcoolismo dos meus pais os fizeram se tornar meus filhos desde então comecei a me sentir pressionada e cobrada,  fui me desprendendo da minha infância e fui obrigada a crescer antes do tempo.
Me sentia na obrigação de proteger a todos, apanhava na rua para proteger meu irmão e cuidava da casa para ajudar meus pais, quando o alcoolismo do meu pai aumentou de uma forma incontrolável eu estava beirando meus oito anos e foi nesta época que  comecei a percorrer madrugadas sozinhas a procura dele nos bares do bairro, as vezes tinha vontade de desistir mas depois começava a entender que se eu não fizesse isso por ele ninguém faria.


Fui crescendo neste ambiente nada saudável, totalmente hostil.  
Completei 10 anos de idade e minha mãe resolveu adotar uma criança recém-nascida, minha segunda irmã a Ketlen.  Sinceramente eu não entendo o que minha mãe estava tentando fazer ao tomar esta decisão afinal a minha vida já não era nada fácil. Minha mãe  era festeira, as vezes muito ausente, meu pai um alcoólatra, meu irmão um mimado e eu totalmente perturbada, a única pessoa normal naquela casa era meu tio que morava conosco desde que eu nasci e sempre tentava me ajudar com tudo, mas a ajuda que ele me dava não parecia suficiente.
A ketlen chegou e se tornou a filha querida, mais uma vez o meu ciúme estava evidente, por ser adotada ela recebia uma atenção redobrada afinal as vezes recebíamos visitas da assistente social, sempre éramos pegos desprevenidos, casa bagunçada e sem supervisão de adultos mas isto não foi um empecilho para conseguir a guarda permanente afinal amor, carinho e cuidados não faltavam para ela.

Por um tempo cheguei a imaginar que as coisas iriam ficar melhores mas,  toda desgraça nunca é pouca.
Minha mãe passou a curtir um Happy Hour todos os dias com a desculpa de que não era feliz em casa e que quando nova não teve tempo de se divertir, enquanto isso meu pai vivia desconfiado, e alcoolizado pelos bares aqui da vizinhança, como todos sabem o álcool tem o poder de transformar as pessoas,com meu pai não era diferente, bastavam algumas doses para torna-lo agressivo, teve momentos em que precisei enfrenta-lo mesmo não tendo forças para isso a coragem me movia.

Eu sempre fui a filhinha do papai mas o álcool o fazia esquecer disso e por muitas vezes precisei ouvir calada os insultos.

A garotinha sorridente havia se tornado um poço de amarguras, comecei a andar por ai totalmente sem vida, sem esperança de dias melhores, sem carinho, sem amor e ninguém notou isto. Ninguém.

De repente eu que fazia tudo me vi fazendo ainda mais, comecei a criar minha irmã, enquanto meus pais estavam nos bares da cidade, curtindo a sua farra, tentando afogar magoas... Eu ficava acordada cuidando dela até tarde, as vezes o  descontrole me fazia descontar minha raiva nela como se ela fosse culpada de tudo isto... Mas ela não era.

Eu fui ficando tão sobrecarregada que comecei a procurar válvulas de escape, algo que eu pudesse descontar as frustrações, a ansiedade misturada a  comida me rendeu um ganho de peso... isto me resultou novos problemas... Bulling na escola, Bulling nas ruas e até mesmo em casa. Nunca cheguei a pesar cem quilos mas o fato de ser mais gordinha do que as outras meninas rendiam apelidos nada animadores. Confesso que nunca tive força de vontade para mudar este quadro.



Aos 13 anos todos estes problemas me fizeram apelar para o suicídio, mesmo sem informação a respeito do assunto algo me dizia que era uma ótima escolha mas, não deu certo eu deveria ter tentado quando estivesse sozinha, aquela tentativa voltou a atenção da minha mãe para mim, que naquele momento ouviu um pouco de tudo que me acontecia e por este motivo ficou uns meses curtindo com moderação.
Aos 13 também começaram as inúmeras chantagens de separação por parte da minha mãe, naquela época eu era inocente demais para entender que relacionamentos por mais longos que sejam um dia se acabam, e mesmo notando a falta de respeito entre os dois eu era contra esta decisão e por este motivo minha mãe aguentou meu pai por mais um bom tempo hahahaha ( só as 18 compreendi que foi melhor assim).

Foi aos 13 anos também que fiquei bêbada pela primeira vez, esta situação me rendi hoje boas risadas naquela época não foi algo legal; Era natal, bebi um pouco e aquele pouco me deixou  sem direção, não conseguia andar sem auxilio, paguei um mico, fui para casa e desobedeci uma ordem do meu pai e isto resultou no primeiro tapa na cara que ele me deu ( o primeiro de muitos outros)

Não costumo acredita em superstições mas o treze não é um bom numero, foi nesta idade que me apaixonei  verdadeiramente pela primeira vez. O Bruno tinha 14 anos nós ficamos uma vez e por algum motivo me apaixonei pelo sorriso e pela graça dele, isso me rendeu quatro anos incessantes correndo atrás dele, fazendo inúmeras declarações que não deram em nada, aos 17 anos aceitei que ele não queria nada comigo e então parei de procura-lo.

A minha timidez andava sempre em evidencia, me impedia de muitas coisas como por exemplo fazer amizades masculinas, e me relacionar... de repente eu tinha a internet a minha disposição, sempre adorei flertar, arranjei alguns namorados virtuais que nunca passaram disso.
Tive alguns encontros com carinhas da internet que ficaram só na amizade.
Alguns meses depois de fazer 17 arrumei um namorado, durou um mês... depois descobri que ele era homossexual. Naquela época chorei por uma semana, senti falta da companhia, tentei voltar com ele apesar de eu ter dado um ponto final na historia eu queria prolonga-la, hoje em dia tenho um carinho e de certa forma uma preocupação por ele, nos tornamos apenas amigos.
Depois de um mês do termino de namoro com ele arranjei outro namorado 2011 foi o ano que mais fiquei, tipo catei 2 e namorei outros 2, pois é não sou boa com esse lance ( talvez pareça que sou mais aparências enganam). Este outro relacionamento durou apenas três meses e foram os piores três meses, eu ainda era a mãe do lar, minha família continuava as guerras e de repente eu arrumei um encosto, o cara era muito grudento, não respeitava meu espaço, neste tempo eu entrei em crise e mais uma vez pensei em suicídio, desta vez já era grandinha o suficiente e entendia um pouco do assunto, passei a pesquisar formas menos dolorosas afinal eu já havia sofrido tanto, parece que alguém começou a reparar que eu existo e ai não me deixaram ir a fundo com esta historia, eu comecei a me aproximar da Deborah e ela se tornou minha melhor amiga, e me incentivava dizendo: " Se você se matar eu vou no seu enterro só pra cuspir no seu caixão", resolvi esquecer esse papo de jogar tudo pro ar.

Minha neguinha e o sorriso lindo dela que eu amo.



Um mês antes do natal meu pai decidiu para de beber e minha mãe decidiu se separar de vez afinal ela já estava namorando outro cara,  ai começou a briga pela casa e pelos filhos.

Todos da família ficaram do lado do meu pai ( que graças a Deus ESTAVA tomando jeito) e desde então minha mãe se sente injustiçada.
Meu natal de 2011 foi péssimo, péssimo pra todos aqui em casa, exceto para minha mãe.
 Naquele dia ela preparou a ceia como de costume e logo em seguida se arrumou para ir passar o natal com o namorado, meu pai se sentiu péssimo e eu e meus irmãos ainda pior por ve-lo chorar e também por não ter a companhia dela numa data tão especial para nós. Naquele dia todos nós chorávamos cada um no seu canto. Parecia enterro.

No ano novo como era de se esperar meu tio apareceu com a mulher e trouxe mais harmonia, minha mãe ficou em casa para receber meu tio (que é o irmão dela), Não foi a melhor confraternização mas tinha superado o natal.

Novo ano e vida nova esta tinha sido a decisão do meu pai, ele deu um prazo de cinco dia para minha mãe ir embora de casa com todas as coisa dela, quando eu ouvi aquilo não acreditava que fosse mesmo acontecer.
Aos 18 eu já não queria enlouquecer perdendo tempo com os problemas alheios afinal eu já tinha muitos, queria saber como  me tornar uma adolescente normal mas, não conseguia achar uma resposta pra essa e tantas outras perguntas que me assombravam.

Três semanas depois do inicio do novo ano eu decidi que queria um tempo pra mim, que precisava me desligar de  todo o caos que havia em casa, resolvi viajar para a Bahia de ultima hora...




Dia 07/02/2012 embarquei no avião com destino a Salvador, passei quase dois meses lá, curti o carnaval, aprontei, beijei muito, me senti amada, viva, me apaixonei, não queria mais voltar pra casa e encarar o caos mas, voltei no dia 25/05/2012.




Encontrei uma zona em casa e recebi a noticia que minha mãe havia realmente saído, foi o fim de um relacionamento fodido que se arrastou por 20 anos ( Tenho minhas duvidas se um dia realmente existiu uma relação entre os dois).
Levei um tempo para organizar a bagunça, para me acostumar com o clima e para sorrir pelo fim, hoje entendo que foi melhor assim.
Hoje em dia visito minha mãe (e minha irmã que foi com ela) raras vezes, meu pai voltou a beber e tenho que aguentar toda a situação porém não saiu mais a procura dele mas, ainda o espero acordada.
 A minha historia ainda continua, todos os sentimentos ruins ainda continuam aqui, e infelizmente devo admitir que me resta muito para se tornar uma mulher, por enquanto ainda sou uma garotinha que de vez em quando sorri para espantar alguns monstros.


Página atualizada dia 30/05/2012



... 



Vou compartilhar com vocês o que aconteceu depois da viagem, vou fazer o que já deveria ter feito a muito tempo e incluir na minha historia momentos que marcaram e merecem ficar registrados.
Depois que voltei a São Paulo passei a me comunicar com um rapaz (pela internet e ao telefone).
Ele me ligou pela primeira vez dia 19/04/2012 e desde então nos comunicávamos todos os dias por horas, passávamos a noite nos falando, dividindo pensamentos, e contando sobre nosso dia, ele é o dono do sorriso mais lindo, um jovem interessante e que me cativou bastante, a principio claro, eu não estava muito a fim de viver um romance queria apenas uma velha e boa amizade mas ele soube muito bem me levar na conversa, ele 
conseguiu me ganhar.
Ainda não nos conhecíamos quando no dia 01/05/2012 ele me pediu em namoro, ele estava lá no Rio Grande do Sul ( A trabalho) e eu no Embu das Artes ( Visitando meus tios), era umas dez da noite quando ele me ligou e sugeriu que tentássemos ficar juntos e eu aceitei.
Eu não me lembro de ter me sentindo tão feliz em toda minha vida, eu mal conseguia dormir de tanta felicidade, eu tive essa sensação outras inúmeras vezes graças a ele.
Nós nos vimos a primeira vez no dia 08/06/2012 era aproximadamente 
23:30( Eu acho) Quando ele desceu do micro-ônibus, eu estava com minha
prima e minha irmã esperando ansiosamente por ele no ponto (marcamos de nos ver na casa da minha mãe no Grajaú), senti um frio 
na barriga quando eu vi ele se aproximar mas, logo em seguida tive a 
sensação que já o conhecia a anos, as coisas até que fluíram bem.
Ele tem aproximadamente 1,85 cm ( de altura) e eu apenas 1,60 cm foi um pouco difícil de encontrar um jeito de darmos nosso primeiro beijo mas, conseguimos e superou minhas expectativas, era ótimo ter a companhia dele ao telefone, ao vivo era como um sonho...
No dia 10/06/2012 nós saímos pela primeira vez ( e ficamos "sozinhos" pela primeira vez) Foi legal, fomos ao shopping Interlagos e assistimos o filme Homens de Preto 3 em 3D e em seguida fomos pra casa dele, eu estava gripada e pedi pra ele cuidar de mim, ele cuidou... No inicio da nossa relação ele era atencioso, meigo, carinhoso mas com o tempo foi mudando.
No dia seguinte ele voltou ao Rio Grande do Sul e eu fiquei em São Paulo morrendo de saudade e com medo de que quando ele voltasse as coisas fossem diferentes.
Ele votou um mês depois e foi me buscar no trabalho (Eu tinha começado a trabalhar dia 02/07/2012), ele continuava atencioso, estava tudo perfeito, eu tinha medo de dormir e quando acordar perceber que tudo não passou de um sonho... Pra mim era tudo muito intenso eu nunca havia vivido algo assim, eu fui me entregando, eu fui me apaixonando pela pessoa que ele era.
No inicio da nossa relação nós nos víamos apenas na casa da minha mãe, íamos dormir lá, ficávamos juntos terças a noite, quarta o dia todo e quinta de manhã a rotina era esta porque no trabalho eu folgo as quartas então a unica forma de nos vermos era assim, com o passar do tempo comecei a frequentar a casa dele então não precisávamos mais nos encontrar na casa da minha mãe, eu ia pra casa dele as terças a noite tínhamos a mesma rotina exceto com a novidade de que agora em parte eramos apenas nós dois ( na casa dele havia mais privacidade).
(Na casa da minha mãe, numa tarde de quarta feira)


(Na casa dele brincando com o sobrinho dele ao qual me apeguei bastante) Inevitavelmente sinto falta não só dele mas dos familiares dele também.


Eu não vou descrever todos os momentos perfeitos e todas as mancadas, são muitas coisas... Mancadas inesquecíveis que ainda hoje me fazem derrubar minhas lagrimas.
Talvez eu tenha esperado muito dele, ele me fez criar expectativas demais a respeito do homem que ele poderia ser, no inicio ele me fez se sentir amada, importante mas depois as coisas foram mudando pra pior.
Tivemos algumas brigas, discussões que foram nos deixando cada vez mais distantes.
A falta de respeito dele comigo era incrível eu chorei inúmeras vezes ao ver o quão falso ele poderia ser, chorei ao lembrar do que ele dizia, de toda a hipocrisia dele mas ainda assim eu não queria dar um fim porque o pouco que ele me dava já me deixava feliz e felicidade sempre foi coisa rara pra mim.
Ele vivia cheio de amigas, me trocava pelo computador, pra ele eu não era nada enquanto ele era tudo pra mim, ele deixou de me dar atenção, me procurava só quando precisasse de algo, só pra se satisfazer, ele enjoou de mim tão fácil e deixou isso tão obvio, de repente as palavras dele só serviam pra me magoar era raro um carinho sem segundas intenções.
No dia 01/08/2012 estávamos completando três meses o dia não foi um dos melhores a noite conseguiu ser ainda pior, ele me confessou amar outra pessoa... O que? Outra? Mas você dizia me amar, O que aconteceu com todo aquele amor? Acabou? Não ele nunca existiu, ele tentou explicar que se confundiu a respeito de seus sentimentos e não colou, eu chorei muito neste dia e aquelas foram as lagrimas mais dolorosas que já derrubei por ele... Ele ainda tentou me acalmar me dizendo que não me merecia, eu só pensava ei esse clichê não rola comigo... Então é isso é o fim? Mas, não eu não aceitei que fosse, eu fiquei ao lado dele e a gente prometeu tentar, ele prometeu tentar me amar ( foi um erro meu aceitar isso).
Brigamos muito depois disso e vire e meche essa historia era remoída do passado.
No dia 26/08/2012 eu me irritei com algo que vi na rede social dele e resolvi terminar, ele ficou se fazendo de desentendido mas no final das contas no dia seguinte já havíamos nos entendido. Mas o mês de setembro foi feito de idas e vindas.
Passamos o meu aniversario juntos dia 29/09/2012 ele acabou com minha festa... Aniversario a gente só faz uma vez no ano e ele estragou tudo com as birras, com briguinhas desnecessárias mas eu mal me toquei, pra mim estava tudo perfeito porque ele estava lá. Os convidados notaram afinal eu fiquei menos de duas horas confraternizando com eles e fui dormir porque meu namorado estava cansado.
Paramos as brigas por uns dias, Dia 01/10/2012 ele estava ficando mais velho eu estava trabalhando mas a noite fui visita-lo para dar um presentinho... Dia 01/10/2012 também estávamos fazendo aniversario de namoro, já eram cinco meses juntos entre muitas lagrimas e sorrisos meus.
Nossos problemas foram se arrastando porque eu deixei, porque o importante era estar ao lado da pessoa que amo e porque nunca tinha sentido algo tão forte como sentia por ele.
Dia 16/10/2012 nós terminamos e eu nunca pensei que desta vez seria definitivo, eu que sempre terminei com ele e sempre pedi pra voltar e desta vez não tinha sido diferente mas, ele não quis voltar.
Eu nunca tinha ficado tanto tempo longe dele, isso doeu muito, eu procurei, liguei, implorei até mas, era o fim.
No dia 08/11/2012 tivemos uma recaída eu nem lembro o que tinha ido fazer lá na casa dele no dia anterior mas lembro que acabei dormindo lá e pelá manhã da quinta feira dia oito nós ficamos, foi como se eu estivesse ficado longe por anos, a cada toque dele eu sentia intensos arrepios... Foi perfeito. 
Eu ainda tentei reaver as coisas mas ele não mudou a decisão não tinha volta, de certa forma tínhamos feito nossa escolha.
Eu continuei procurando por ele até termos um desentendimento e então eu me afastei nos dois primeiros meses eu pensava que ele só precisasse de um tempo mas ele se virou sozinho sem mim, logo arrumou outras e eu fiquei aqui com saudade , ciume, "morrendo" de amor, dai alguém me disse que quando queremos muito alguém e amamos muito não importa o quanto seja doloroso e o quanto custe ou pareça patético, por mais que os esforços não valham de nada o importante é tentar e então eu fui lá e tentei mais uma vez mas, ele não quis e então eu continuei tentando.

Ele já está feliz ao lado de outra pessoa e a minha vida infelizmente parece que estacionou nas velhas lembranças do passado, vire e meche eu me pego chorando desesperadamente... Esse tipo de amor dói, nunca pensei viver um amor tão impossível, tão doloroso mas, aconteceu talvez pra me ensinar algo... Há vida tem dessas coisas.
Eu ainda te amo, tenho a sensação que será eterno... Só queria te contar que mesmo nos momentos ruins estar com você foi muito bom.
Um vez quando ainda estávamos juntos ele me questionou porque na historia da minha vida eu não inclui ele, esta ai... Eu fiz, só acho que esse não era o desfecho que ele queria ver.
Poderia ter sido um final feliz mas, não foi.

Atualizado dia 20/02/2013


Muita coisa aconteceu depois daquela paixão arrebatadora chamada Isaquiel, muita aguá rolou por debaixo da ponte depois da separação dos meus Pais.
Depois de quase Dois anos estou de volta para informar que a vida realmente segue e dá voltas e mais voltas: Foi a conclusão que eu cheguei.
Isaquiel se tornou Parte de um passado distante ao qual não desejo reviver; Apesar que neste meio tempo a história demorou a ter um conclusivo ponto final, entre tapas e beijos seguíamos nos querendo mês sim, mês não, nos vimos uma ou duas vezes e até tentamos conversar mas, eu sabia, na verdade sempre soube que não tínhamos futuro algum; Aos trancos e barrancos fui seguindo a minha nada mole vida amorosa, em meio a decepção que ele foi pra mim, chutei o balde e despiroquei legal, me envolvi com pessoas piores que ele mas, também conheci pessoas incomparavelmente melhores.
Eu mudei de emprego, troquei de amigos, refiz meu mundo...
Morei por um ano com a Deborah ( Você deve lembrar dela, lá do começo dessa história) e com a Jady( Filha dela, minha afilhada) e foi nesse meio tempo enquanto eu ainda estava numa vibe piriguetona, onde só queria curtir, farrear e não fazia planos de se apegar a alguém que, eu conheci o Homem que vem aos poucos mudando a minha história e dando um novo rumo e sentido a minha vida e a palavra Amor...
Renilson 23 Anos de idade,  Responsável, Exigente, Extrovertido, Animado e uma porção de outras qualidades que não vem ao caso afinal não vou ficar fazendo propaganda.
Nos conhecemos no dia 02/02/2014 em uma festa que aconteceu aqui na rua onde moro( na casa de uma amiga que temos em comum). Segundo ele , não era pra ele vir nesta festa mas o destino o trouxe até aqui, eu também não iria mas mudei de ideia na ultima hora (Graças a Deus)... Nós ficamos e desde então não nos desgrudamos, passamos por inúmeros momentos felizes mas, também compartilhamos histórias tristes, Ele tem sido meu alicerce, é graças ao que sinto por ele e a força que ele me dá que venho me mantendo de pé.
Ele tem sido uma peça importante nessa fase de superar a perda do nosso bebe, mesmo sendo bruto e insensível (muitas vezes), ele tem me ajudado a ser mais paciente e a controlar minhas emoções.
Ele também tem os seus defeitos, não vou mentir mas, nada que o faça ser menos importante pra mim.
Como podem ver minha Vida continua, achei melhor compartilhar isso com vocês.
Detalhes importantes:
Deborah e Jady Voltaram pra casa da Mãe dela
Mamãe Voltou pra casa com a minha irmã e hoje moramos: Mamãe, Quequeu (Irmão), Ketlen(Irmã), Renilson (Amor da minha Vida) e Eu, em plena Harmonia #SQN (Ás vezes temos nossos desentendimentos mas, nada que fuja do controle)
Há dois anos atrás papai Fugiu com outra e esqueceu que um dia chegou a ter filhos. ( Eu tenho esperança que um dia ele volte, ele faz uma falta danada)






Atualizada dia 27/01/2015



















5 comentários:

  1. eu gostei..
    e vc pensa q nem eu em mtas coisas
    temos q ser assim msmo para q nossa ande pra frente....

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  2. muito legal bruna adorei vc parece ser uma menina especial adorei seu jeito de se espressar bjs gatinha

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  3. Muito boa,essa Bruninha tem um talento de escrever,de contar as coisas no minimo detalhe,ela sabe se expressar parabéns...

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  4. Olá Bruna. Como você foi se prontificou na hora para me dar o endereço do seu blog, resolvi lê-lo hoje. Domingo frio, ceu cinzento do final da tarde e meus gatos brincando no tapete da sala. Gostei de ler e, de fato, você consegue contar sua história de forma bem coerente. Escrever nos ajuda a desabafar os momentos tristes e difíceis da nossas vidas. Escrevi muito durante minha adolescência e logo que casei pois também me sentia muito só.
    Beijos e continue escrevendo, ok?

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    1. Muito Obrigado pela visita, volte sempre.
      Te espero outro dia no Havanna, Você é muito simpática.

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